ROCKAWAY BITCH

me deixa!

Friday, October 20, 2006

ai, ai ai...

eita vida fiadaputa que fica pregando peças na gente.

a gente pensa que é uma coisa, vai ver é outra.

não entendeu? Não é pra entender! hihihi

Thursday, October 19, 2006

então tá.

vamos lá, aqui sem nada pra fazer de novo, vou postar mais um pouquinho das bizarrices.

é muito babado filha, muito babado.

sempre na quinta-feira é o dia que eu estou rezando pra que chegue logo o fim-de-semana... na quinta feira já estou desgraçadamente cansado, sem saco e nem paciência com nada e com ninguém. e com sono, o dia todo pra variar... é foda!

tô sentindo tanta saudades dos meninos do rio, (calores qeu provocam arrepios), que affe maria.

ontem foi um dia tão bacana... às vezes é tão legal você reservar uns momentos pra viver umas coisinhas assim, sabe... ontem decidi pegar meu marido no metrô, ir correndo pra casa, e ficar la enfurnado, cozinhando, fazendo coisinhas, aproveitando, conversando... puxa, foi tão gostoso ... que vamos repetir de novo a partir de amanhã.

é bom ter esse lado família de vez em quando.

falando em família, me lembrei que tenho um pai, liguei pra ele, e marquei uma reunião com cervejinhas amanhã a noite... percebi que ele ficou tão feliz, que fiquei até emocionado.

esse tipo de coisa pequena que a gente acaba esquecendo de fazer às vezes.

tenho me esquecido desse tipo de coisa. quero aproveitar mais meu pai e minha mãe, porque chega numa fase da nossa vida, que cai a ficha que eles realmente não são eternos.

tô com um pouco de medo, pois vou na casa do meu pai, com meu namorado, e corremos o risco (claro) de ele ver as alianças em nossas mãos. mas resolvi não tirar. seja o que o "DEUS" quiser.

por ora, é isso amigas.

Wednesday, October 18, 2006


Uma instituição do punk fecha suas portas
Patti Smith fez o último show da história do clube de Nova York que lançou, desde os anos 70, Talking Heads, Ramones e outros Berço do punk rock, o CBGB, em Nova York, teve seu último show no domingo






JON PARELESDO "NEW YORK TIMES"

Pouco depois da 1h da madrugada de segunda, as últimas notas ecoaram do palco do CBGB & OMFUG, a casa noturna do Bowery, em Nova York, onde o punk rock nasceu. Patti Smith fechou o último show na história do clube com "Elegie" e seus olhos se encheram de lágrimas enquanto lia uma lista de defensores do punk rock que morreram ao longo dos anos. Pouco antes disso, ela chegara a um pico frenético de intensidade em um medley que combinava "Horses" e "Gloria" e proclamara que "Jesus morreu pelos pecados de alguém/ Mas não pelos do CBGB". As duas canções eram parte de seu álbum de estréia, "Horses", de 1975, quando Smith e o CBGB criavam fama. Ela começara como poeta, mas se transformara em roqueira, redobrando a energia que havia encontrado nas canções de estrutura básica do gênero. O clube -cujas iniciais significam Country Bluegrass Blues and Other Music for Uplifting Gormandizers- era um refúgio para jovens músicos. O proprietário, Hilly Kristal, decidira apresentar bandas de sonoridade primitiva, mas grandes aspirações intelectuais, que contrariavam os imperativos comerciais do rock dos anos 70. No show, Smith [que vem ao Brasil neste mês para o Tim Festival] descreveu o CBGB como "o lugar que Hilly nos ofereceu para criar novas idéias, fracassar, cometer erros e atingir novas alturas". Inaugurado em 1973, o CBGB encerrou sua vida como começou. Jamais mudou de endereço, o térreo e o subsolo de uma construção que abrigava uma pensão nos andares superiores. Jamais alterou seu espaço: bar iluminado por sinais de cerveja em néon, pista de dança irregular, teto que parecia ameaçado de desabamento, palco em ângulo peculiar e banheiros notórios. Ao longo dos anos, o sistema de som foi melhorado até seu rugido incontido transformar qualquer acorde de força em som explosivo. Mas o lugar foi se tornando poeirento, recoberto por cartazes de bandas e manchas de fluidos corpóreos dos freqüentadores. Smith mesma cuspiu no palco algumas vezes no show final. Propostas duráveisOs conceitos propostos pelas bandas que o CBGB apresentava se provaram duráveis -as canções ásperas de Smith, o funk nervoso do Talking Heads e o rock contagiante dos Ramones. Tendo propiciado espaço para o crescimento de bandas assim -e, depois, Sonic Youth, Living Colour e outras-, o CBGB virou um marco do rock. Sua reputação cresceu o suficiente para sustentar a casa por anos. O elenco de bandas se tornou menos seletivo nos anos 90 e 2000, mas vez por outra aparecia uma banda famosa, numa espécie de peregrinação ao templo de tantas origens. Ainda assim, continuou a ser um bar de bairro. O último show do clube não foi uma produção sofisticada, destinada a um especial de TV. A noite foi marcada por duas entradas da banda de Smith, acompanhada por Flea, do Red Hot Chili Peppers, e Richard Lloyd, do Television, cujos primeiros shows ajudaram a definir a personalidade do CBGB. Entre as canções que Smith tocou, estavam "Marquee Moon", do Television, com Lloyd, e outros clássicos que ganharam fama na casa: "The Tide Is High", do Blondie; "Sonic Reducer", dos Dead Boys; e um medley dos Ramones cantado pelo guitarrista de Smith, Lenny Kaye. Smith ignorou a condição que Kristal impunha a quem se apresentava no clube -tocar apenas canções próprias-, mas, tendo em vista a ocasião, a exceção é perdoável. O punk rock jamais prometeu ser duradouro. As canções pareciam prontas para a autodestruição -muitas vezes só com três acordes e um surto de frustração, combatividade ou humor-, assim como alguns músicos. Mas o punk, na forma codificada pelos Ramones, terminou por atender a uma perene necessidade adolescente -e persistiu. O gênero se infiltrou nos subúrbios, nos anos 80, criando um circuito de casas próprias, e se tornou o milionário punk pop dos anos 90. É uma vergonha perder uma casa com esse retrospecto. A perspectiva de um CBGB recriado em Las Vegas não serve como compensação; Las Vegas não fica no bairro. Mas o CBGB fez seu trabalho tão bem que gerou concorrentes e herdeiros. Bandas que se baseiam no som ouvido no CBGB nos anos 70 tocam em toda parte. O fechamento representa o fim de uma porção adorável da história imobiliária de Nova York, mas não o final de uma era. "A meninada encontrará outros clubes", disse Smith durante o show. "É só encontrar um lugar ruim, que ninguém queira, e aí fazer o seu som." Ao fim do show, Smith voltou ao palco. Enquanto os fãs estendiam as mãos, ela distribuía buttons com os dizeres: "O que resta é o futuro".

Tuesday, October 17, 2006

.ai sabe...

eu queria entender porque às vezes eu me sinto tão confuso desse jeito.

será que sou meio retardado mental? será que tenho *toc*? as vezes eu fico revirando coisas que já estão resolvidas, fico matutando, sempre acho um defeito... gostaria de não ser bobo assim.(falta do que pensar, ou do que fazer?)

ontem foi um dia (uma noite na verdade) muito gostosinho, de bastante conversinha, prosa jogada fora, revival de informações... porra... tão bacana.

hoje o pessoal do “river of january” vão embora mesmo. e não tem choro, dessa vez, vão pra ficar.


*eles são tão legais...

Monday, October 16, 2006


outra coisa foda.

cacete, a quase quatro meses atrás eu conheci uma pessoa tão legal, sabe...

uma pessoa tão bacana, que divide tanta coisa legal comigo... que tá foda! (e põe foda nisso)

eu pensei que esse tipo de gente já tivesse acabado no mundo...

e então que tudo está correndo super certo...e como! (eu acho)

olha, que tinha tudo pra dar errado, porque rolou tanto miguxismo no começo que... ai... melhor nem lembrar.

mas estou aqui pra dizer coisas legais, e não mamulenguices.

é bacana quando você tem a esperança de que pode AINDA encontrar uma pessoa bacana, que te apoie, que seja seu amigo... pooorra.

é isso... não quero ficar comentando muito, porque senão eu cago no meu maiô. e meu maiô é novo!


porra... tá foda.

porra... foi foda.

fim de semana incrível com amigos incríveis, da incrível cidade do Rio de Janeiro.

foi ótimo. fazia bastante tempo que não me esgotava de tanto tudo, de comer, de beber, de rir, de se divertir. e de andar também. eita povo que gosta de andar!

hoje eles foram embora... mas voltaram! (infelizmente não muito felizes, mas voltaram) então tem mais dois diazinhos de companhias incríveis.

chorei no maiô na hora de me despedir... mas gostei de vê-los de volta também.

casa aberta pra eles, for ever!

Wednesday, October 11, 2006

ai ...

o cd novo do scissor sisters é tão lindo! affe...

o melhor cd que eu ouvi esse ano!

Tuesday, October 10, 2006

affe... não sei se já comentei com alguém, mas como é ruim ser funcionário novo de algum lugar...

meu chefe é um chato! minha chefe é uoh! (eles são casados, se merecem?)

é um saco, certo tipo de coisa numa empresa:

-falta de confinaça inicial (isso é normal , mas é uoh)
-falta de uma musiquinha, ter que trabalhar em silencio (isso é realmente uoh, nem que fosse na Alpha FM)
-falta de um bom salário (isso é tão uoh, que dá nojo)
-falta de ter o que fazer (claro, sem a confiança inicial, o chefinho e a chefona passam as vendas pros funcionários antigos...)

dá uma vontade tão gostosa de mandar tudo tomar no c* e ir embora, que nem falo nada...

mas é a vida , quem mandou não estudar bastante, como dizia meu pai... hihihihi

então... vou aderir também, ao blog. alguns amigos me disseram que é tudo.

vou contar aqui um pouquinho de mim, das minhas experiências bizarras, e de tudo mais.

descobri que sou uma pessoa bizarra, uoh, funkeira, que tem fama de putona só porque roubou seu macho.

acho de um tudo! vocês não acham minha gente?


sejam bem-vindos à minha experiência, welcome to my blog!